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2 de março de 2015

O Manicômio de Barbacena



Todo mundo escuta histórias de terror dignas de produções do cinema e não acredita. Aqui no Brasil há contos reais de maus tratos muito semelhantes aos que aconteceram nos eventos históricos mais trágicos da humanidade. Mesmo tendo sua fundação datada de 1903, foi somente na década de 80 que o Hospital Colônia de Barbacena ganhou destaque nacional. A história era de internos que sofriam maus tratos em elevados graus e chocou totalmente a opinião pública.

Para o médico psiquiatra Franco Basaglia, um renomado profissional do ramo e quem realizou visitas ao manicômio de Barbacena, o lugar não deixava nada a desejar para um campo de concentração nazista.Foram mais de 60 mil mortes e eram muitos pacientes sujos, feridos, com corpos que denunciavam de cara a fome que passavam. As cenas chocaram o Brasil e até hoje causam revolta quando o assunto volta à tona.
Holocausto Brasileiro, por Daniela Arbex

Cerca de 70% dos “pacientes” não tinham problemas mentais
Não haveria título melhor para descrever as atrocidades ocorridas no Manicômio de Barbacena. A jornalista Daniela Arbex reuniou registros para mostrar alguns dos crimes que aconteceram de 1903 até 1980. Em um levantamento que a repórter da Tribuna de Minas realizou, constatou que 7 a cada 10 pessoas que se encontraram internados no hospital não eram doentes mentais.
De acordo com o livro, estes “doentes” não passavam de homossexuais, pessoas que sofriam de epilepsia, prostitutas, viciados em álcool ou entorpecentes, entre outros. Nada que não passasse de gente que questionava em algum momento o status da sociedade. Por serem considerados incômodos para os políticos e até mesmo para a comunidade em geral, que sempre seguia padrões pré-determinados pela época, foram taxados de malucos.

Por aqui também viviam jovens que engravidavam antes do casamento e recebiam a reprovação de seus pais. Mulheres que foram violentadas e até mesmo crianças consideradas com algum tipo de distúrbio. Era um verdadeiro horror. O que de pior acontecia também vinha de fora. Mesmo sabendo de tudo o que se passava dentro da “Colônia”, como era chamado o Manicômio de Barbacena, a sociedade da cidade nunca questionou ou protestou contra.
“As atrocidades não eram questionadas naquela época porque no início do século 20 existia um movimento eugenista de limpeza social muito aceito em todo o Brasil”, comentou Daniela Arbex em uma entrevista à Revista Carta Capital, sobre o seu livro Holocausto Brasileiro.

                                                         " Livro Holocausto Brasileiro " 

O comércio da morte

                                                                  “Os corpos eram comercializados por 200R$”

Este é um dos fatores que levavam à tantas mortes não ocasionais no Manicômio de Barbacena. Segundo os registros locais, o número de internos mortos “naturalmente” chegavam à 16 por dia. Logo após as investigações no local, foi comprovado que eles eram vendidos à faculdades de medicina.
Foram 1.853 registros encontrados nos documentos antigos do manicômio, com compra comprovada para 17 faculdades de Minas Gerais e estados mais próximos. Eles valiam aproximadamente 200 reais cada e isso favorecia a  superlotação do local. Uma verdadeira atrocidade.
Falta de recursos gerava desespero

 
                                                                           “ Beber água de esgoto era comum “

A falta de recursos para manter o Manicômio de Barbacena em condições decentes também fazia com que pacientes buscassem saídas extremas. Assim como conta no seu livro, Daniela afirma que era comum ver internos comendo ratos, bebendo água de esgoto ou até mesmo a própria urina, não tinham quartos disponíveis, o que fazia com que eles dormissem ao relento, sobre a grama, entre outros fatos.
Estupros eram constantes dentro do Manicômio de Barbacena. Isso gerava um alto índice de mulheres grávidas. Ainda quando estavam nesta condição, algumas sofriam abusos e como saída usavam a própria fezes espalhadas pelo corpo para se protegerem. Muitas perderam seus filhos na hora do parto e outras tiveram as crianças enviadas para adoção.
Tratamento com choque também acontecia no hospital

                                                        “Tratamento de choque sem anestesia era pura tortura”

O terror aos pacientes ainda aumenta, quando aqueles que mais questionavam o sistema do internato eram submetidos à tratamentos com eletrochoque. Os registros de Luiz Alfredo, o primeiro jornalista à investigar o local, mostravam que a carga elétrica era tão intensa que sobrecarregavam e derrubavam a rede elétrica de Barbacena.
Pra piorar ainda mais a situação não era usado anestesia durante o tratamento, o que transformava a prática num verdadeiro exercício sádico de tortura.
Os culpados continuam sendo um mistério
Não há até hoje investigação que descobrisse os culpados por mais de 60 mil mortes no Manicômio de Barbacena. Além dos assassinatos conscientes, foi constatado que a maioria dos doentes do maior hospital mental do país não tinham problema mental algum.
                                                        “Qualquer um podia ser vitima”
O fato não somente chocou a cidade inteira como o país, quando o repórter da Revista O Cruzeiro visitou o manicômio e registrou imagens impressionantes. Segundo ele, eram homens e mulheres praticamente nus, com uniformes sujos e a maioria com a cabeça raspada. O jornalista ainda afirmou que um dos doentes bebia água que jorrava de um esgoto, pois não tinha atendimento para tal necessidade.
Mesmo passando muitos anos, embora o Brasil tenha dado alguns passos no humanização do atendimento, Daniela Arbex afirma que muita coisa continua errada. Segundo a jornalista, os mesmos assassinatos são cometidos, mas com nomes diferentes no país. Ela compara também alguns momentos do Manicômio de Barbacena com a chacina da Rocinha e muitos outros momentos tristes do Brasil.
Depoimento de uma sobrevivente
Elzinha foi uma sobrevivente do inferno vivido em Barbacena. Atualmente ela mora em um núcleo terapêutico residencial com outras mulheres com diferentes níveis de dificuldade. Quando criança ela foi internada em uma instituição de menores e posteriormente, já adulta, transferida para Barbacena.
Ela conta que nunca ficou trancada ou foi torturada por choques, mas viu muitas pessoas passarem por isso. No tempo em que ficou internada nunca recebeu a visita dos parentes.
“Queria que minha família viesse aqui só para me ver, para ver que eu estou boa. Não é para eu ir embora com eles, não. Não sei porque me internaram criança. Eu não fiz nada com Deus, não fiz nada com eles.”

25 de fevereiro de 2015

A Criatura Na Estrada


A pessoa quem me contou este relato disse que ate hoje não consegue tirar da cabeça aquela noite e que infelizmente sempre vai lembrar-se da criatura, a mesma afirma de pé junto que tudo realmente aconteceu e é verídico.

Era sexta-feira e Willian se preparava para ir ate a casa de sua namorada Franciele, iria pegar ela para irem ate um restaurante onde iriam comemorar o segundo ano de aniversario de namoro. O garoto pediu o carro o pai que nunca lhe negará nada lhe emprestou e ainda lhe arrumou cem reais em caso de maiores necessidades. Chegando ao restaurante o casal após o jantar regado de vinho, entusiasmados e apaixonados resolveram arrumar um lugar para transarem, mas Franciele era menor de idade e Willian sabia que poderia ter problemas em um Motel, então tiveram a brilhante idéia de irem ate um canto em uma estrada de chão afastada da civilização e fazerem no carro mesmo. As ruas eram estreitas e a estrada totalmente ruim o acesso, mas Willian se embrenhou no caminho com o carro ate encontrar um lugar aparentemente tranqüilo, ao estacionar começaram a se pegar, tudo ocorria bem até que o silencio da mata foi quebrado por um gemido assustador, Franciele imediatamente se alertou perguntando a Willian se ele havia escutado, porem o mesmo se quer deu importância e disse para ela que não era nada, os vidros do carro estava embaçado atrapalhando a visibilidade do casal que então continuaram o ato. 

Após exatos três minutos um gemido ainda maior seguido de um grito apavorante de dor deixou o casal totalmente paralisados e alerta, Willian então disse para Franciele ficar no carro enquanto ele iria checar o que estava acontecendo, ao sair do carro olhou em todas as direções e quando já ia voltar ao carro avistou a mais ou menos 20 metros uma figura um tanto quanto bizarra, o rapaz paralisado e sem responder Franciele que o chamava desesperadamente ficou ali observando sem reação a criatura corcunda que caminhava excomungada em sua direção e emitia ruídos um tanto quanto perturbadores, Willian firmou as vistas e conseguiu identificar que a criatura se parecia com uma mulher porem esta parecia deformada, os cabelos escorridos cobriam o rosto e a cabeça fazia movimentos como se esta estivesse solta no ar, era inacreditável, ele então entrou no carro e o ligou e disse para Franciele que iriam embora, a garota o perguntava o que estava acontecendo e ele disse que depois falava, assim que o vidro desembaçou e o carro começou a andar a criatura estava ainda mais próxima a mais ou menos 10 metros de distancia, Franciele em uma crise histérica de nervosismo se colocou no banco de trás pedindo para que Willian saísse dali, porem o garoto estava em um estado de hipnose como se vislumbrasse aquela criatura que aproximava cambaleante emitindo seus grunhidos macabros, Franciele gritou tão alto que Willian assustou ligando o carro e dando ré até a estrada, acelerou o mais rápido que pode a fim de sair daquele pesadelo. 

No meio da estrada, já mais tranqüilo, Willian tentou conversar com Franciele que apenas chorava, olhou então para o lado onde tinham algumas plantações de milho e viu novamente a criatura parada o encarando como um predador. Até hoje Willian não consegue explicar o que era aquela criatura que vagava em meio a mata, a única coisa que diz ao mencionar o assunto e “foi a pior sensação da minha vida”.

Se copiar colocar devidos créditos, obrigado !

Ass : Glaucow M Freitas

23 de fevereiro de 2015

O Perturbador caso de Tanzler e Hoyos


Carl Tanzler, ou Conde Carl Von Cosel (8 de fevereiro de 1877 – 3 de julho de 1952), era um radiologista alemão nascido no Estados Unidos Marine Hospital em Key West na Florida que desenvolveu uma obsessão mórbida por uma jovem paciente cubano-americano de tuberculose, Elena Milagro "Helen" de Hoyos (31 de julho de 1909 - 25 de outubro de 1931), que continuou bem depois que a doença causou a morte dela. Em 1933, quase dois anos após sua morte, Tanzler retira do túmulo o corpo de Hoyos e viveu com o cadáver em sua casa durante sete anos até ser descoberto por familiares de Hoyos e autoridades em 1940.

Em 22 de abril de 1930, enquanto trabalhava na Marine Hospital em Key West, Tanzler conheceu Maria Elena Milagro "Helen" de Hoyos (1909 – 1931), uma mulher local cubano-americano, que tinha sido trazida para o hospital para um exame pela mãe. Tanzler imediatamente reconheceu-a como a bela mulher de cabelos escuros que tinha sido revelada a ele em suas "visões" anteriores. Por todas as contas Hoyos era vista como uma beleza local em Key West.



Elena foi à filha do fabricante de charuto local Francisco "Pancho" Hoyos (1883 – 1934) e Aurora Milagro (1881-1940). Ela tinha duas irmãs, Florinda "Nana" Milagro Hoyos (1906-1944), que se casou com Mario Medina (c.1905–1944) e também sucumbiu à tuberculose e Celia Milagro Hoyos (1913-?).

Em 18 de fevereiro de 1926, Hoyos casou com Luis Mesa (1908-?), filho de Caridad e Isaac Mesa, Luis deixou Hoyos logo após Hoyos abortar o filho do casal e se mudou para Miami. Hoyos era legalmente casada com Mesa no momento da sua morte.

Hoyos foi diagnosticado com tuberculose uma doença geralmente fatal na época que eventualmente ceifou a vida de quase toda sua família imediata. Tanzler, com seu conhecimento médico auto-proclamados tentou tratar e curar Hoyos com uma variedade de medicamentos, bem como raios x e aparelhos elétricos que foram levados para a casa dos Hoyos. Tanzler apaixonado rega Hoyos com presentes, jóias e roupas e alegadamente manifestou seu amor a ela, mas nenhuma evidência veio à tona para mostrar que qualquer um de sua afeição foi retribuída por Hoyos.

Apesar dos melhores esforços de Tanzler, Hoyos morreu de tuberculose terminal na casa dos pais em Key West em 25 de outubro de 1931. No funeral Tanzler com consentimento da família pagou um mausoléu que construiu no cemitério de Key West.


Numa noite de abril de 1933 Tanzler penetrou através do cemitério onde Hoyos foi enterrada e seu corpo retirado do mausoléu, após escurecer retirou o corpo em um carrinho do cemitério. Ele dizia que o espírito da Elena viria a ele enquanto estava sentado em seu túmulo e cantava uma serenata, uma canção espanhola favorita de Elena. Ele alegou também que ela muitas vezes dizia-lhe para levá-la do túmulo.  Em casa Tanzler anexou os ossos do cadáver juntamente com arame e cabides e montou o rosto com olhos de vidro, como a pele do cadáver  estava decomposta Tanzler substituiu-o com pano de seda embebido em cera e gesso. Como o cabelo caiu fora do couro cabeludo em decomposição, Tanzler formou uma peruca de cabelo de Hoyos que tinha sido recolhida por sua mãe e dado a Tanzler não muito tempo depois de seu enterro em 1931, o doutor também encheu o corpo abdominal e a cavidade torácica com trapos para manter a forma original, vestida com os restos das roupas de Hoyos, jóias e luvas e manteve o corpo em sua cama. Diariamente o Tanzler usava quantidades copiosas de perfume, desinfetantes e agentes de preservação, para mascarar o odor e retardar os efeitos da decomposição do cadáver.

Em outubro de 194 a irmã de Elena, Florinda ouviu rumores que Tanzler estaria dormindo com o corpo desenterrado de sua irmã e confrontou Tanzler em sua casa onde o corpo de Hoyos eventualmente foi descoberto. Florinda notificou as autoridades, e Tanzler foi preso e detido. Tanzler foi psiquiatricamente examinado e visto mentalmente competente para julgamento sob a acusação de "desenfreadamente e maliciosamente destruindo uma sepultura e removendo um corpo sem autorização". Após uma audiência preliminar em 9 de outubro de 1940, no Tribunal de Condado de Monroe em Key West, Tanzler foi detido para responder a acusação, mas o caso eventualmente caiu e ele foi solto como tinha expirado o prazo de prescrição para o crime.



Logo após a descoberta do cadáver por parte das autoridades o corpo de Hoyos foi examinado pelos médicos e patologistas e colocar em exposição pública na funerária Dean-Lopez, onde foi visto por cerca de 6.800 pessoas. O corpo de Hoyos eventualmente retornou para o cemitério de oeste chave onde os restos foram enterrados em uma vala comum em um local secreto para impedir outros delitos.

Os fatos que fundamentaram o caso e a audiência preliminar chamaram muito interesse da mídia na época (mais notavelmente, dos cidadãos de Key West e Miami Herald) e criou uma sensação entre o público, tanto regionalmente e em todo o país. O humor público simpatizava geralmente com Tanzler, que era visto como um excêntrico "romântico". Embora não relatado, simultaneamente pesquisa (mais notavelmente por autores Harrison e Swicegood) revelou evidência de necrofilia do Tanzler com cadáver de Hoyos. Dois médicos (Dr. DePoo e Dr. Foraker) que assistiram a autópsia de 1940 do restos de Hoyos recordou em 1972 que um tubo de papel havia sido inserido na área vaginal do cadáver que permitia relações sexuais. Enquanto nenhuma fotografia contemporânea existentente da autópsia ou fotografias tiradas com a exposição pública mostram um tubo, a alegação de necrofilia foi repetida pelo programa de HBO autópsia em 2005.



Em 1944 Tanzler mudou-se para a Flórida, no Condado de Pasco perto Zephyrhills onde ele escreveu uma autobiografia que apareceu na publicação Pulp, aventuras fantásticas em 1947. Sua casa era perto do de sua esposa Doris com quem casou e aparentemente ajudou a apoiar Tanzler em seus últimos anos. Tanzler recebeu a cidadania dos Estados Unidos em 1950 em Tampa. Ainda obsesso Tanzler usou uma máscara da morte para criar um boneco em tamanho natural de Hoyos e viveu com ele até sua morte em 3 de julho de 1952. Seu corpo foi encontrado no chão de sua casa três semanas depois de sua morte. Ele morreu sob o nome "Carl Tanzler". 
Dizem que Tanzler foi encontrado nos braços da boneca de Hoyos, mas em seu obituário informou que ele morreu no chão atrás de um dos órgãos de Hoyos. O obituário relatado: "um cilindro de metal em uma prateleira acima de uma mesa em embrulhar em pano de seda e um sobre foi uma imagem de cera". Foi também descrito que Tanzler tinha o corpo de Hoyos comutado ( que restos de Hoyos foram secretamente devolvidos a ele) e que ele morreu com o corpo real de Elena. Não a evidencias de que o boneco encontrado junto de Tanzler era de cera ou restos mortais de Hoyos.

Esse texto foi retirado por minha pessoa da Deep Web.
Tradução : Glaucow Maciel Freitas

20 de fevereiro de 2015

As 10 mulheres mais perigosas da historia


Histórias de serial killers sempre nos surpreendem. O caráter inescrupuloso que muitas pessoas possuem faz com que nós nos esforcemos para não acreditar que seus atos não passem de lenda, mesmo com toda a repercussão que ganham na mídia. Casos de mortes em série nos fazem refletir sobre a capacidade que muitos têm de matar pessoas por motivos cada vez mais fúteis – boa parte deles, envolvendo dinheiro. Pior do que tomarmos conhecimento de que um homem mata outro(s) homem(ns) é sabermos que dezenas de milhares de mulheres ficaram famosas pelos crimes que cometeram. É por essa razão que decidimos mostrar os 10 casos mais célebres de serial killers femininas – atrozes representantes do “sexo frágil”.

10 – Maria Swanenburg (1839-1915)
Nacionalidade: Holandesa
Quantos matou: 27


Apelidada de “Goeie Mie” – em holandês “Boa Mie” – por cuidar de crianças e adultos doentes – Maria Swanenburg envenenou 27 pessoas com arsênico entre os anos de 1880 e 1883. Seu plano de matar mais pessoas acabou quando ela tentou envenenar outros 50, valendo-se do mesmo método. A assassina era motivada pelo dinheiro do seguro de vida que receberia das vítimas, de quem cuidava. Sua primeira vítima foi sua própria mãe, em 1880, ano em que ela também matou seu pai. Maria foi presa quando tentava envenenar a família Groothuizen, em dezembro de 1883. Foi condenada à prisão perpétua, local onde morreu, aos 75 anos, em 11 de abril de 1915.


09 – Jane Toppan (1854-1938)
Nacionalidade: Norte-Americana
Quantos matou: 31

Nascida Honora Kelley, Jane provinha de uma família com histórico de sérios problemas mentais. Em 1901, ela confessou ter matado 31 pessoas. Conta-se que seu maior desejo era o de matar mais pessoas que qualquer homem ou mulher já pensou em matar. Em 1885, Jane Toppan iniciou um curso de enfermagem no Hospital de Cambridge e foi nesse período que ela experimentava morfina e atropina em porcos, a fim de ver o que essas substâncias seriam capazes de fazer aos seus sistemas nervosos. É sabido que Jane abusava sexualmente de pacientes próximos à morte, com a intenção de “ressuscitá-los”. Ela misturava uma combinação de drogas e os dopava; a seguir os deitava em uma cama e abraçava seus corpos enquanto eles morriam. Jane começou a envenenar em 1895, quando matou o dono da casa onde morava. Quatro anos depois, ela matou sua irmã de criação, Elizabeth, com uma dose de estricnina. Em 1901, Toppan mudou-se com seu irmão mais velho, Alden Davis, e sua família para cuidar dele após a morte de sua mulher (que ela mesma assassinou). Semanas depois, ela matou Davis e duas de suas filhas. Ela voltou então para sua cidade natal e começou a namorar o marido de Elizabeth. Jane matou a irmã dele e o envenenou. Como o assassinato não se consumou, ele a expulsou de casa. Nesta época, os membros sobreviventes da família de Alden Davis pediram um exame toxicológico no corpo de sua filha mais nova. O resultado obtido foi o de que ela havia sido envenenada, o que levou autoridades locais a prenderem Jane Toppen por assassinato. Ela foi julgada inocente por razões de insanidade mental e sentenciada a permanecer internada pelo resto da vida em um sanatório.


08 – Vera Renczi (1903 – ?) Sem data exata
Nacionalidade: Romena
Quantos matou: 35


Os amigos de infância de Vera Renczi diziam que ela possuía um desejo patológico por constante companhia masculina e era de natureza ciumenta e suspeita. Vera casou pela primeira vez com um comerciante mais rico e mais velho que ela. Teve com ele um filho chamado Lorenzo. Deixada constantemente em casa enquanto seu marido trabalhava, ela começou a suspeitar que ele a traía. Uma noite, dotada de muita raiva, Vera Renczi pôs arsênico no jantar de seu marido e começou a dizer à família, amigos e vizinhos que fora abandonada com o filho. Depois de um ano de “luto”, então ela alegou que havia ouvido que o marido morrera em uma acidente de automóvel. Pouco tempo depois do “acidente do marido”, Vera voltou a casar, agora com um homem mais jovem que ela mesma. Porém, a relação entre eles era “tumultuada” e ela insinuou novamente que seu marido estaria envolvido em casos extra-conjugais. Depois de poucos meses de casamento, Vera contou a familiares e amigos que seu marido a abandonara. Um ano depois, ela alegou ter recebido uma carta do marido, que dizia deixá-la para sempre. Ela nunca mais casou, mas continuou a se envolver com homens ricos – casados e solteiros. Então Vera Renczi passou o resto da vida a iniciar relacionamentos, sugerir que era “traída” e “abandonada”. Depois que a mulher de um dos amantes de Vera Renczi o seguiu uma noite até a sua casa e o homem nunca retornara ao próprio lar, a polícia foi chamada para investigar seu desaparecimento. Ao chegar à adega da casa de Renczi, os policiais descobriram 32 caixões de zinco não-enterrados. Cada um continha um corpo de homem em variados estágios de decomposição. Vera foi presa e confessou haver envenenado os 32 homens com arsênico quando ela suspeitou que eles a trairiam ou que seus interesses nela estavam diminuindo. Ela também confessou ter assassinado os dois maridos e o filho Lorenzo. Ela contou a polícia que o filho veio lhe fazer uma visita, quando acidentalmente descobriu os caixões na adega e tentou chantageá-la. Consequentemente, ela o envenenou e desfez-se de seu corpo. Vera Renczi foi condenada à prisão perpétua pelos 35 assassinatos.



07 – La Quintrala (Catalina de los Ríos y Lisperguer – 1604-1665)
Nacionalidade: Chilena
Quantos matou: mais de 40


Catalina de Los Ríos foi uma aristocrática chilena do século XVII, proprietária de grandes lotes de terra. Possuía a alcunha “La Quintrala” devido ao seu cabelo vermelho. Durante o período colonial do Chile, ela ficou conhecida pela extrema crueldade que praticava contra seus inquilinos. La Quintrala foi acusada pelo assassinato de mais de 40 pessoas, o que fez dela um ícone do abuso e da opressão colonial. Sua figura ainda vive na cultura popular chilena, não só como o de exemplo máximo de mulher perversa e abusiva, mas também como da opressão do impérioespanhol.



06 – Belle Gunness (1859-1908)
Nacionalidade: Norueguesa
Quantos matou: mais de 40



Belle Sorenson Gunness, nascida Brynhild Paulsdatter Størseth, foi uma das mais famosas mulheres Serial Killer na história dos EUA. Suspeita-se que ela matou os maridos que teve e todos os seus filhos. Porém, ela é mais conhecida por ter matado todos os seus namorados e duas de suas filhas, Myrtle e Lucy. Tudo indica que grande parte das mortes eram ligadas a interesses financeiros, como benefícios de seguro de vida por morte e afins. Há suspeitas que ela tenha matado mais de 40 pessoas no decorrer de décadas.



05 – Amy Archer-Gilligan (1873-1962)
Nacionalidade: Norte-Americana
Quantos matou: 48



Amy Archer-Gilligan foi uma enfermeira, proprietária de uma casa de repouso. Inicialmente, ela matou 5 pessoas por envenenamento. Uma delas era seu segundo marido, Michael Gilligan, as demais eram pacientes. Estima-se que outras 43 pessoas tenham sido mortas por Amy, já que as mortes ocorreram em sua casa de repouso. Parentes dos pacientes acharam as mortes suspeitas – todas ocorridas em apenas 5 anos. Investigações foram feitas na casa e arsênico foi encontrado. A enfermeira alegou que o veneno havia sido usado para matar roedores, mas quando os corpos do segundo marido e dos clientes foram exumados, foi encontrada grande quantidade de arsênico. Amy foi presa em 1917 e condenada à prisão perpétua. Morreu na prisão em 1962, aos 89 anos.



04 – Delfina González (? – 1968) e María de Jesús González (? – anos 90?) Sem data exata
Nacionalidade: Mexicanas
Quantos matou: 91



Conhecidas como “Las Poquianchis”, as irmãs mexicanas se instalaram no Rancho El Ángel, também chamado de “bordel do inferno”. A polícia deteve uma mulher de nome Josefina Gutiérrez, procurada por suspeita de sequestrar jovens garotas na área de Guanajuato. Durante o depoimento, ela implicou as duas irmãs Gónzalez no esquema. Oficiais de polícia procuraram pelas duas irmãs na propriedade e encontraram os corpos de 11 homens, 80 mulheres e vários fetos, um total de mais de 91. Investigações revelaram o esquema – elas recrutariam prostitutas por meio de anúncios. Quando as prostitutas ficavam muito doentes, prejudicadas por repetidos estupros, perdiam a boa aparência ou deixavam de agradar os frequentadores, as irmãs as matavam. Delfina e María também costumavam matar os frequentadores do bordel que exibiam muito dinheiro. Julgadas em 1964, as irmãs González foram sentenciadas a 40 anos de prisão cada uma. Na cadeia, Delfina ficou louca porque temia que pudesse ser morta por protestantes furiosos. Acabou por morrer em um acidente: em 1968, um trabalhador que fazia reparos em sua cela derrubou, acidentalmente, um balde de cimento em sua cabeça. María cumpriu sua sentença e logo após ganhar liberdade, sumiu, ao lado de um homem de 64 anos que conhecera na prisão. Ela teria morrido em fins dos anos 90 já com idade avançada. É interessante citar que elas não cometeram todos esses crimes sozinhas: elas foram ajudadas por outras duas irmãs, Carmen e María Luisa. A primeira morreu na cadeia, de câncer; já María Luisa morreu sozinha em sua cela em 19 de novembro de 1984. Seu corpo, já comido por ratos, só fora descoberto um dia depois.



03 – Miyuki Ishikawa (1897-?) Sem data exata
Nacionalidade: japonesa
Quantos matou:103


Foi uma parteira japonesa. Acredita-se que ela seja a serial killer que mais assassinou bebês no mundo. Miyuki não agia sozinha: ela tinha a ajuda de vários cúmplices. Estima-se que ela tenha matado entre 85 e 169 crianças (a maioria iria ser abandonada pelos pais após o nascimento), mas dados oficiais asseguram que o número total de vítimas é 103. Os crimes começaram a ser descobertos quando 5 corpos de suas vítimas foram acidentalmente descobertos em janeiro de 1948. Autópsias feitas nos bebês mostraram que eles não haviam morrido de causas naturais. O incidente é lembrado como a principal causa de o governo japonês começar a considerar a legalização do aborto no Japão, o que de fato ocorreu um ano depois.



02 – Darya Saltykova (1730-1801)
Nacionalidade: Russa
Quantos matou: por volta de 138



Saltykova foi uma jovem nobre de Moscou que se tornou conhecida por torturar e matar mais de 100 servos (em sua maioria mulheres e garotas). Darya Saltykova casou-se jovem, teve dois filhos e enviuvou aos 26 anos. Dessa forma, ela herdou não apenas muita terra, mas um número considerável de servos. Tornando-se senhora de suas terras, Darya recebeu da corte real russa o direito de torturar e matar seus servos sem que nenhuma punição recaísse sobre seus ombros. No entanto, parentes das mulheres mortas por ela levaram uma petição até a imperatriz Catarina II, que decidiu julgar Saltykova publicamente pela sua iniciativa ilegal. A nobre foi presa em 1762 e assim ficou por seis anos, enquanto as investigações sobre o caso corriam. A investigação contou no mínimo 138 mortes suspeitas. Ela foi considerada culpada de ter matado 38 servas por batê-las e torturá-las até a morte. Em 1768, Saltykova foi acorrentada a uma plataforma em Moscou por uma hora com os seguintes dizeres em volta do pescoço: “Esta mulher torturou e matou”. Muitas pessoas vieram vê-la durante a hora que ela ficou exposta. Depois, Darya Saltykova foi encarcerada em um convento.



01 – Condessa Erzsébet Báthory (1560-1614)
Nacionalidade: húngara
Quantos matou: mais de 500



Erzsébet Báthory foi uma condessa húngara que ficou conhecida por uma série de crimes hediondos que teria cometido, vinculados com sua obsessão pela beleza. Devido a isso, ela ficou conhecida como “A condessa sangrenta” e “A condessa Drácula”.
Vaidosa, Erzsébet ficou noiva do conde Ferenc Nadasdy aos onze anos de idade, com quem casaria 4 anos mais tarde. O conde era militar e, frequentemente, ficava fora de casa por longos períodos. Nesse meio tempo, Erzsébet cuidava dos assuntos do castelo do marido. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a serem reveladas – com o disciplinamento de um grande número de empregados, principalmente mulheres jovens. Qualquer motivo era desculpa para ela infligir castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas. Espetava alfinetes em vários pontos sensíveis do corpo das suas vítimas, como sob as unhas. No inverno, executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas. O marido de Báthory juntava-se a ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição: o despimento de uma mulher e o cobrimento do corpo com mel, deixando-o à mercê de insetos. O conde Nadasdy morreu em 1604 e nos anos que se seguiram à morte do marido, quem cometia os crimes com Erzsébet no crime foi uma mulher, Anna Darvulia. Quando Darvulia adoeceu, Erzsébet encontrou apoio em Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino. Majorova encorava a condessa a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas. Em 1609, ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio. No início do verão de 1610, as primeiras investigações sobre os crimes de Erzsébet Báthory começaram. Ela foi presa no dia 26 de dezembro daquele ano e em 7 de janeiro de 1611 foi apresentada uma agenda encontrada nos aposentos de Erzsébet, a qual continha os nomes de 650 vítimas, todos registrados com a sua própria letra. Seus cúmplices foram condenados à morte, sendo a forma de execução determinada por seus papéis nas torturas. Erzsébet foi condenada à prisão perpétua, em solitária. Foi encarcerada em um aposento de um castelo sem portas ou janelas. A única comunicação com o exterior era uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos. A condessa permaneceu aí os seus três últimos anos de vida, tendo falecido em 21 de agosto de 1614.

FONTE : http://www.xonei.com.br/serial-killer-mulher-conheca-as-10-maiores-serial-killers-femininas-da-historia/

11 de fevereiro de 2015

Projeção Pré Morte


Esta historia que irei contar aconteceu na família de uma amiga, vou apenas mudar o nome das pessoas envolvidas por respeito às mesmas, realmente foi algo estranho e sem explicação. A Família de Raiane sempre foi bem unida, todos eram muito felizes e bem de vida, sem luxos, mas viviam sempre bem e nunca lhes faltará nada graças ao bom emprego de Antonio pai da família. Certo dia Antonio acordou e sentiu certo desconforto ao sair da cama, tinha de ir trabalhar porem não se sentia muito bem, sua cabeça girava e tinha um mau pressentimento, mas ignorou e foi cumprir com sua jornada. Antonio era gerente geral de uma fabrica de refrigerante muito famosa até hoje e deixou em casa à esposa e a filha.

 O tempo passou e já era tarde e Antonio ainda não havia chegado a casa, quando Raiane e sua mãe resolveram ir deitar e dormir. Na madrugada Mirian mãe de Raiane acorda com barulhos vindos da cozinha ela imagina que seria seu marido Antonio que estava largando serviço, só que de repente ela pega no sono, passam exatos trinta minutos ela abre os olhos e vê Antonio em frente a sua cama olhando para ela com um litro que parecia ser um litro de refrigerante, ele fazia movimentos estranhos como se estivesse dançando, uma dança estranha, ela achou aquilo muito estranho e tentou chamar por Antonio que não respondia, ela então se perguntava o que Antonio estaria fazendo ali com este litro de refrigerante e ainda por cima dançando ,quando de repente ela vê Antonio desaparecer em sua frente como bolhas de sabão estourando no ar , assustada ela levanta e vê que Antonio não havia chegado preocupada ela não consegue dormi e tenta fazer contato com Antonio e com a fabrica, porem não obteve sucesso. 

Na manha Mirian recebe um telefonema da fabrica dizendo que seu marido havia acidentado na fabrica e falecido, assim que foi comunicada da hora do falecimento Mirian fica abismada e lembra que foi há mesma hora em que vira sua aparição um tanto quanto estranha.

Glaucow Maciel Freitas
BLOG :http://horrorurbano.blogspot.com/
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9 de fevereiro de 2015

O Carazi



Se você tem problemas em dormir á noite, medo de fantasmas e filmes de terror, eu aconselho que você feche essa fic e esqueça essa fic completamente. Bem se ainda você está lendo, isso significa que você é muito teimoso ou mesmo já conhece a historia do Carazi.

Eu sei que não são muitas pessoas que conhecem essa historia, aliais eu mesma não conhecia até uns dias atrás – e preferiria nunca ter conhecido –, o Carazi tem a aparecia de um menino de seis anos, ele não tem boca, os olhos dele são totalmente negros e brilhosos e dizem que ao invés de dedos ele possui garras. O Carazi entra na casa das pessoas á noite, e se esconde nos armários, debaixo de mesas, atrás do sofá, ele só não entra nos quartos. Quando ele entra na casa das pessoas ele fica quieto observando, e quando alguém sai do quarto á noite para ir beber água, por exemplo, ele observa a pessoa e entende isso como um convite para entrar no quarto dela. Depois disso, a pessoa tem pesadelos, não conseguem dormir direito, começam a escutar barulhos estranhos, tem a sensação de que tem alguém ás observando e algumas dizem que vira ele. Quando li sobre ele, pensei que fosse uma bobagem, só mais uma historinha de terror. Depois de uns dois, eu estava dormindo tranquilamente, nem mesmo me lembrava dessa historia, só que teve um dia que eu acordei á noite com muita sede, me levantei normalmente e fui até a cozinha, passando por um corredor escuro, voltei para meu quarto, só que nessa noite eu tive um pesadelo. Acordei no outro dia, eu nem levei á serio, era só um pesadelo idiota, não é?


Mas não foi só um pesadelo, foram vários, durante uma semana inteira. Os pesadelos que eu tinha eram tão horríveis que eu comecei a ficar com medo de dormir, e com isso comecei a perder o sono, demorava horas para dormir. Depois de algumas semanas, eu escutei uns barulhos estranhos no meu quarto, e quando estava muito silencioso, eu chegava a escutar alguém respirar, mas não tinha ninguém no meu quarto, não alguém visível. Isso só piorou, eu fiquei paranóica, comecei a sentir que tinha alguém que me observava dormir, minha mãe achou que eu estava louca. Eu já estava desesperada, revirei meu quarto inteiro e não achei nada, resolvi pesquisar algumas na internet que pudessem explicar o que estava havendo comigo, e então me lembrei daquela historia idiota do Carazi, mas depois que li de novo, não me parecia tão idiota assim, parecia muito real, e aquilo estava acontecendo comigo, que sempre ridicularizei essas historias. Quando admiti para mim mesma, que quem estava me assustando de noite era o Carazi, ficou mais fácil lidar com isso, procurei na internet um método para expulsá-lo de meu quarto, mas não tinha nada. Á única coisa a fazer era ignorá-lo, e foi o que eu fiz, e faço até hoje. Quem sabe um dia ele não vai embora, quem sabe um dia ele não para de me fazer perder o sono e ficar enrolada na coberta acordada escutando barulhos estranhos e esperando ansiosamente o dia amanhecer.

Imagens Freak 38