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24 de outubro de 2014

Os 10 Maiores Serial Killers da História ( Como funciona a mente de um psicopata ? )



A PSICOPATIA TRANSTORNO ANTISSOCIAL DA PERSONALIDADE


O que leva um indivíduo a cometer um crime, sem sentir medo ou compaixão?
De acordo com Robert Hare, autoridade mundial em psicologia criminal e professor da Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá), a única característica inconfundível de um psicopata é, exatamente, “a falta de emoções, da capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa para, pelo menos, imaginar seu sofrimento”. Hare também acrescenta que um psicopata procura entrar na mente das pessoas até tentar imaginar o que elas pensam, mas nunca conseguirá chegar a entender como elas se sentem. Demonstrou-se, inclusive, que um psicopata pode chegar a se relacionar social ou intelectualmente, mas sempre vendo as pessoas como objetos, isto é, retiram do outro seus atributos de pessoa para considerá-lo como coisa.
A psicopatia é uma anomalia psíquica, um transtorno antissocial da personalidade, devido à qual, apesar da integridade das funções psíquicas e mentais, a conduta social do indivíduo que sofre dessa anomalia se encontra patologicamente alterada.
As causas que se encontraram do porquê da conduta psicopática indicam que, por serem indivíduos relativamente insensíveis à dor física, quase nunca adquirem medos condicionados, tais como o medo da desaprovação social ou da humilhação, medo de que restrinjam suas más ações, medos esses que dariam a esses indivíduos um senso do bem e do mal.
As características de conduta do psicopata poderiam ser determinadas tanto por fatores fisiológicos como por fatores sócio-psicológicos. A conduta psicopática poderia ser causada por traumas infantis que geram conflitos, devido aos quais a “Criança” não pode se identificar com o progenitor do mesmo sexo nem se apropriar de suas normas morais. Os psicólogos comportamentais acreditam que a conduta psicopática resulta do aprendizado.
O psiquiatra norte-americano Hervey M. Cleckley,  pioneiro na pesquisa sobre psicopatia, identificou há algum tempo, em 1941, em seu reconhecido livro The Mask of Sanity (A Máscara da Sanidade), quatro subtipos diferentes de psicopatas:

OS PSICOPATAS PRIMÁRIOS não respondem ao castigo, à apreensão, à tensão e nem à desaprovação. Parecem ser capazes de inibir seus impulsos antissociais quase todo o tempo, não devido à consciência, mas sim porque isso atende ao seu propósito naquele momento. As palavras parecem não ter o mesmo significado para eles que têm para nós. Não têm nenhum projeto de vida e parecem ser incapazes de experimentar qualquer tipo de emoção genuína.

OS PSICOPATAS SECUNDÁRIOS são arriscados, mas são indivíduos mais propensos a reagir frente a situações de estresse, são beligerantes e propensos ao sentimento de culpa. Os psicopatas desse tipo se expõem a situações mais estressantes do que uma pessoa comum, mas são tão vulneráveis ao estresse como a pessoa comum. São pessoas ousadas, aventureiras e pouco convencionais, que começaram a estabelecer suas próprias regras do jogo desde cedo. São fortemente conduzidos por um desejo de escapar ou de evitar a dor, mas também são incapazes de resistir à tentação. Tanto os psicopatas primários como os secundários estão subdivididos em:

PSICOPATAS DESCONTROLADOS: são os que parecem se aborrecer ou enlouquecer mais facilmente e com mais frequência do que outros subtipos.   Seu delírio se assemelhará a um ataque de epilepsia. Em geral também são homens com impulsos sexuais incrivelmente fortes, capazes de façanhas assombrosas com sua energia sexual. Também parecem estar caracterizados por desejos muito fortes, como o vício em drogas, a cleptomania, a pedofilia ou qualquer tipo de indulgência ilícita ou ilegal.

PSICOPATAS CARISMÁTICOS: são mentirosos, encantadores e atraentes. Em geral são dotados de um ou outro talento e o utilizam a seu favor para manipular os outros. São geralmente compradores e possuem uma capacidade quase demoníaca de persuadir os outros a abandonarem tudo o que possuem, inclusive suas vidas. Com frequencia, esse subtipo chega a acreditar em suas próprias invenções. São irresistíveis.
O psicólogo criminal Robert Hare diz que os psicopatas “não sentem nenhuma angústia pessoal e não tem nenhum problema; o problema quem tem são os outros. Sua capacidade para castigar suas vítimas se baseia em um comportamento anormal do cérebro, que reage de forma completamente diferente do que o de uma pessoa sã”.

Anos atrás o doutor Hare com base na revisão de registros penitenciários e de entrevistas realizadas com criminosos, concluiu que esse tipo de personalidade pode ser avaliado por meio de uma lista de 20 características ou sintomas:
1 Loquacidade / Encanto superficial.
2 Egocentrismo / Sensação grandiosa de autoestima.
3 Necessidade de estimulação / Tendência ao tédio.
4 Mentira patológica.
5 Direção / Manipulação.
6 Falta de remorso e de sentimento de culpa.
7 Afetos pouco profundos.
8 Insensibilidade / Falta de empatia.
9 Estilo de vida parasita.
10 Falta de controle comportamental.
11 Conduta sexual promiscua.
12 Problemas precoces de comportamento.
13 Falta de metas realistas no longo prazo.
14 Impulsividade.
15 Irresponsabilidade.
16 Incapacidade de aceitar a responsabilidade pelas próprias ações.
17 Várias relações maritais breves.
18 Delinquência juvenil.
19 Revogação da liberdade condicional.
20 Versatilidade criminal.
Por sua vez, de acordo com um estudo recente realizado pelo professor da Universidade de Cornell, Jeff Hancock e seus colegas, os psicopatas tendem a escolher palavras bastante concretas quando falam de seus crimes. O relatório foi publicado na revista Legal and Criminological Psychology(Psicologia Legal e Criminal), e revelou que 14 homens usavam mais palavras como “porque” ou “portanto”, o que indica que possuem um objetivo claro quando cometem seus crimes. E usam duas vezes mais termos relacionados a necessidades físicas como alimentos, sexo e dinheiro. Em seu discurso incluem apenas palavras que façam referências à família, à religião e a outras necessidades sociais. Também costumam usar mais o tempo passado e falar de forma menos fluida, empregando mais “ums” e uhs” do que o resto da população.

TOP 10 MAIORES SERIAL KILLERS DA HISTÓRIA



Você já deve ter ouvido falar no Jack o Estripador ou, até mesmo, no Maníaco do Parque, certo? Contudo esses assinados em série (serial killers) são bem modestos quanto ao número e métodos de assassinatos dos dez maiores serial killers da história. Apesar da aparência inofensiva deles, são verdadeiros psicopatas com alto nível de periculosidade.
Seus feitos não são bom para sociedade, mas ficaram na história como os assassinos que, diretamente, mais mataram pessoas no mundo.


10 - Harold Shipman


Este médico inglês matava as suas vítimas através da aplicação de doses letais de diacetilmorfina ou heroína, como é mais conhecida fora dos hospitais. Shipman foi acusado e condenado à prisão perpétua em julgamento realizado no ano 2000 por ter matado 15 pessoas. Porém, um novo inquérito aberto pela Polícia Britânica após o seu julgamento ligam o médico diretamente a outros 250 casos. Mas, os detetives acham que este número pode ser ainda maior, visto os mais de 2500 depoimentos dados e da análise de 270000 páginas de evidências.


9- Dr. Henry Howard Holmes



Holmes ou Herman Webster Mudgett (seu nome verdadeiro) é o primeiro serial killer americano que se tem notícia. Ele matava a suas vítimas em um “castelo” que na verdade era um hotel construído com o propósito especial de acomodar os seus hábitos homicidas. No local ocorreram, pelo menos, 27 assassinatos, porém as autoridades suspeitam que este número seja ainda maior, ou seja, ultrapasse 200 pessoas.


8 - Yang Xinhai



O chinês Xinhai ficou conhecido internacional pelo apelido de “Monster Killer”. Seus atos eram realizados durante a noite quando invadia as casas e, desta forma, matou 65 pessoas e estuprou 23, principalmente, entre os anos de 1999 e 2003. Yang Xinhai foi condenado por 67 crimes, sendo que foi executado em 2004, pelas autoridades.


7- Gary Ridgway



Preso em 2001, o americano Gary Ridgway foi condenado por ter matado 48 mulheres entre os anos de 1980 e 1990, contudo perante o juiz o próprio serial killer confessou que o número correto de assassinatos era de 71 pessoas. Seu julgamento ocorreu em 2003 sendo que sua condenação é de 48 prisões perpétuas, sem a possibilidade de liberdade condicional, assim como uma sentença adicional de 10 anos por cada vítima (48) por ter alterado evidências.


6 - Pedro Rodrigues Filho



Seu primeiro assassinato ocorreu quando tinha apenas 14 anos de idade e atuou, principalmente, nos estados de Minas Gerais e Goiás entre as décadas de 1960 e 1970. Pedrinho Matador, como era conhecido por todos era praticamente um justiceiro brasileiro pelo fato de que uma grande quantidade das suas vítimas eram criminosos. Foi preso em maio de 1973 e mesmo atrás das grades matou 47 colegas de cárcere. Sua sentença foi de 126 anos de prisão, mas como a lei brasileira não permite que o preso fique atrás das grades por mais de 30 anos foi liberado em 2007 – poderia ter sido liberado em 2003, mas as mortos dentro do presídio adiaram um pouco a data. Porém, Pedrinho Matador está preso novamente desde 2011 por ter participado de seis motins e um cárcere privado na época em que estava preso. Nunca se soube ao certo o seu número de vítimas, comprovadamente são 75, mas a polícia estima em mais de 100 mortes.


5 - Daniel Barbosa


   
O serial killer Daniel Barbosa é colombiano e sua primeira passagem pelas grades aconteceu em 1964 onde foi condenado por abusar de dez mulheres. Oito anos depois foi liberado e foi a partir deste ponto em que passou a ser ainda mais amedrontador e se tornou conhecido como “El sádico del Chanquito”, pois entre os anos de 1984 e 1986 ele mesmo admitiu ter matado 71 garotas e mulheres. Porém, a polícia colombiana estima que este número deva ultrapassar a marca de 150 mortes.


4 - Elizabeth Báthory



Sem só homens são serial killers, mas mulheres. A mais famosa e amedrontadora é Elizabeth Báthory que foi acusada pela corte húngara (Báthory era Hungra) de torturar e matar 80 garotas, contando com ajuda de outras quatro pessoas. Porém, registros confirmar que mais de 650 cabeças foram decepadas por sua culpa, ou seja, por seu próprio pedido. Nunca houve um julgamento real para a condessa, porém ela foi submetida a uma espécie de “prisão domiciliar” na Eslováquia.

3- Pedro López



      Colombiano ficou conhecido pelo apelido de “O monstro dos Andes” e confessou ter matado 110 meninas no Peru, 100 meninas na Colômbia e mais de uma centena no Peru  (não soube informar a quantidade). As vítimas escolhidas eram garotas jovens na faixa etária entre 9 e 12 anos, sendo que Pedro López foi preso em 1980 e condenado pelos110 assassinatos da jovens equatorianas, em 1983. Atualmente ele está solto nas ruas desde1998.



2 - Thug Behram

 


A história do indiano Thug Behram é um pouco controversa, pois em alguns livros ele é relacionado ao assassinato de 931 pessoas por estrangulamento, porém alguns autores dão conta de que ele teria sido responsável por “apenas” 125 mortes. Todos os seus crimes foram cometidos entre 1765 e 1840


1 - Luis Garavito



“La Bestia” como era conhecida popularmente, o colombiano Luis Garavito admitiu perante o juiz ter matado e estuprado mais de 130 jovens garotos durante os anos de 1980. Contudo a polícia militar colombiana estima que esse número ultrapasse os 400 assassinatos. Foi preso em 22 de abril de 1999 pela condição de 139 crimes e recebeu uma pena total de 1853 anos e 9 dias, porém assim como na lei brasileira não poderá ficar preso por mais de 30 anos.



FONTES :
http://top10mais.org/top-10-maiores-serial-killers-da-histor

20 de outubro de 2014

O Mistério da Maquina De Costura




“A casa era estranha porem aconchegante”, respondia sempre  quando Diogo a perguntava o que achava da mesma, lá era onde Vanessa morava há meses e jurava
gostar, exceto pelos barulhos noturnos como de corujas,e de grilos e que sempre tinha a impressão de ver algo ou alguém pela casa em certos momentos, mas nunca resolvera entender o motivo, pensava que era apenas fruto de sua imaginação já que era uma garota com a mente um tanto quanto fértil. Diogo se mudou para próximo a casa dela recentemente e como eram grandes amigos trocavam filmes e livros. Ele era a sua única companhia na vizinhança, já que ali era um lugar um tanto pacato. Eles gostavam de sair juntos, conhecer novos lugares, no entanto enquanto ele não estava junto, ela sempre preferia ficar em casa, raramente ia a um lugar e outro. Diogo era a sua única companhia, depois que se mudou para lá. Até então ela imaginava.Certo dia ela o contou das coisas que se passavam em sua casa, disse que sentia uma presença estranha, como se houvesse alguém a olhando, ou como se não estivesse sozinha em casa, aquilo atormentava muito, geralmente nessas ocorrências um cheiro púdrito surgia no interior da casa, surgia com um clima horrível e pesado que chegava a sentir náuseas.

Disse que uma vez escutou a maquina de costurar funcionando como se alguém a estivesse usando, barulho de pedais se movendo, (a maquina de costura foi deixada pelos moradores antigos, por ser um item bonito,uma relíquia, Vanessa o deixou como parte da mobília) ao chegar para ver, a máquina estava do mesmo jeito como a tinha deixado. Em certas noites jurava que alguém a vigiava dormir, acordava algumas vezes com uma presença em seu quarto, presença qual não conseguia identificar. Vanessa muitas vezes pensou em deixar a casa, mas preferia acreditar que era coisa da sua imaginação, não queria ser chamada de louca, principalmente por Diogo, que era um pouco cético sobre esses tipos de acontecimentos. Até que um dia algo mais surpreendente aconteceu, depois de uma noite mal dormida,acordou com um cantarolar vindo da sala, uma voz rouca, feminina, como se fosse um canto de ninar. Apesar do medo levantou e foi seguindo o canto, ate chegar a sala onde se encontrava a maquina de costura, à medida que se aproximava a musica ficava mais alta e escutou a maquina funcionando, assim que a viu percebeu que nos pedais se encontravam dois pés velhos com veias estouradas e alguns inchaços aparentemente de uma senhora. De imediato seu coração palpitou, sentiu por todo seu corpo uma onda de calafrios, percorrendo por toda sua espinha dorsal, a música na qual ouvia parou-se instantaneamente e o silencio foi quebrado apenas pelo rangido dos pedais e pelo tricotar. Vanessa desmaiou antes de ver o resto da figura que ali se encontrava. Acordou na manha seguinte em seu quarto, com taquicardia, e se sentiu um tanto aliviada por ter se tratado apenas de um pesadelo. Só não tinha se dado conta que havia pequenas manchas vermelhas em seu braço, quase invisíveis. Logo pela manhã ligou para Diogo que ficou um tanto quanto assustado com o seu relato prometendo-lhe apoio em qualquer situação de risco que aparecesse.

Os  dias se passaram e Vanessa não teve mais outro pesadelos daquele tipo, nem as mesmas sensações, só algumas queixas de dores estomacais que sentia, que era um tanto quase normal, pelos problemas alimentares que tinha. Diogo tentou convence - lá de vender a máquina,e procurar um comprador no intuito dela se livrar das lembranças do fatídico pesadelo. Vanessa hesitou por um estante,depois concordou, mas até então não havia ninguém a procura de uma máquina de costurar tão antiga quanta aquela. Três dias após o pesadelo, de todas aquelas perturbações noturnas, de tentativas de vendas, Diogo a chamou para sair, um encontro no restaurante Japonês, na sexta a noite combinando de pega-lá as oito. No entanto ao chegar na casa, ele tocou a companhia, e nenhuma resposta de Vanessa, a casa estava um tanto quanto silenciosa. Depois de horas de insistência, temeu por algo ruim e resolveu entrar pela janela dos fundos, que conseguiu arromba-lá. Subiu ate o quarto e se deparou com Vanessa jogada no chão suja de sangue, que saia de sua própria boca. Desesperadamente ele a levou para o carro e de imediato ao hospital. Graças ao atendimento médico de emergência, não houve nenhuma tragédia com ela. Único fator estranho sobre o diagnóstico dos exames foi a presença de sete agulhas de costura, um tanto antigas e enferrujadas encontradas pelo seu corpo, principalmente no estômago, o que tinha provocado as dores e todo o vômito com sangue. Até a data da cirurgia para a retirada das agulhas, Vanessa concordou em ficar na casa de Diogo, já que depois de todos esses fatos resolveu deixar a residência, e até mesmo depois a pacata cidade. Como aquelas agulhas haviam parado dentro de Vanessa? Quem seria a misteriosa senhora que tricotava e a cantarolava aquela canção? Hoje Vanessa mora com Diogo em outra casa longe da atual e não se queixa mais de problemas algum apesar de que até hoje jurar que ainda escuta em sua mente a canção e o barulho de pedais de costura.

Se copiar colocar devidos créditos , obrigado !
Obrigado Vanessa por ter um sonho tão estranho, espero que não tenha outro kkkkkk e muito obrigado principalmente pela atenção.  

17 de outubro de 2014

A Tábua Ouija

A Ouija ou Tábua Ouija, criada para ser usada como método da necromancia, é qualquer superfície plana com letras, números ou outros símbolos em que se coloca um indicador móvel, utilizada para comunicação com espíritos.Os participantes colocam os dedos sobre o indicador que então se move pelo tabuleiro para responder perguntas e enviar mensagens. Na verdade, há um jogo de tabuleiro registrado no Departamento de Comércio norte-americano com o nome de Ouija, mas a designação passou a servir a qualquer tabuleiro que se utiliza da mesma ideia. No Brasil, há uma variante conhecida como a brincadeira do copo ou o jogo do copo, em que um copo faz as vezes do indicador para as respostas. Existem também apoios para a utilização de lápis durante as sessões. Curiosamente, assim como ocorre com a tábua de Ouija, são ricos os relatos de pessoas que se envolveram com drogas, desilusões amorosas e até que morreram após praticaram a brincadeira do copo. Uma das primeiras menções do surgimento do tabuleiro Ouija é encontrado na China, no ano 1100, era um método de necromancia conhecido como tabuleiro Fuji, onde era usado para comunicação com os mortos, embora depois tenha sido proibida, essa pratica foi passada adiante encontrada depois na Grécia, Índia, Roma e Europa Medieval, praticada por Bruxas Necromantes.

A Origem e os perigos do tabuleiro Ouija




O tabuleiro Ouija , apesar de ser chamado de um jogo, na verdade tem como objetivo fazer contato com almas ou entidades do mundo sobrenatural. A origem exata do tabuleiro é difícil de determinar, porém há rumores que sua primeira utilização foi efetuada em 1940 por irmãs famosas por deterem o poder da mediunidade Kate e Margaret Fox. Dizem que elas se tornaram populares por conseguirem realmente se comunicarem com os mortos. As irmãs residiam e atendiam pessoas na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos.
No entanto, algumas pessoas dizem que a origem da tábua de Ouija provém do século XIX, quando o espiritismo já tinha começado a ser praticado, e que era comercializada em lojas no ano de 1890. Outras pessoas afirmam que a origem da Ouija é egípcia, sendo utilizada por sacerdotes em rituais onde os mortos eram consultados sobre questões importantes.
Nos Estados Unidos e na Europa a tábua de Ouija é muito popular e sua patente foi vendida a Willian Fuld que a vendeu em 1966 para Parker Brothers que queria transformá-la em um jogo. A venda foi efetuada após a morte misteriosa de Willian: ele teria subido no telhado de sua fábrica quando desmaiou e morreu no local. O tabuleiro Ouija teve vários nomes e formatos, e os perigos de se utilizar o tabuleiro são muitos, um deles deve se ao fato de pessoas ficaram viciadas em jogá-lo. Outro perigo que psicólogos afirmam ocorrer com as pessoas diz respeito a histeria em massa provocadas pela sugestão que algo de ruim pode acontecer.
Para os crentes no espiritualismo é errado fazer contato com os mortos, pois é possível abrir portais dimensionais para o nosso mundo onde poderiam entrar não apenas espíritos, mas também entidades maléficas ou até demônios. O filme exorcista aproveitou esta ideia e mostra uma garota sendo possuída após brincar muitas vezes com um tabuleiro Ouija.
Alguns afirmam ainda que o Ouija pode afetar indivíduos de forma emocional e física, principalmente aqueles suscetíveis a estas alterações. Relatos contam como pessoas sofreram com crises epilépticas devido a sua sensibilidade a tensão e não, necessariamente a um motivo sobrenatural.
Especialistas em espiritismo alertam que a tabua de Ouija deve ser feita apenas por pessoas que dominam o seu mundo interior e que são espiritualmente mais fortes, e a prática deve ser utilizada apenas como fonte de pesquisas.

O melhor é nunca usar ?



A Tábua Ouija é um instrumento de comunicação com os espíritos que nos cercam, segundo o espiritismo, no livro dos médiuns de Allan Kardec, apenas espíritos baixos podem movimentar a matéria, o que quer dizer, que seja o que for que esteja tentando se comunicar com você, não vai trazer nada de bom. Nos anos 60, ela ficou popular, sendo vendida como um jogo para adolescentes, após fatos estranhos começarem a ocorrer regularmente devido o uso contínuo desse instrumento, as pessoas pararam de usa-la. A ciência nunca deu uma explicação com fundamento para explicar como funciona esse ritual, o que nos faz acreditar que funciona mesmo. Todas as religiões desaconselham o uso desse ritual por afirmar que, como são espíritos sem luz, eles no mínimo farão brincadeiras com a pessoa que está jogando, podendo depois até se tornar um encosto na sua vida. Esse jogo abre uma porta de comunicação e manifestação espiritual e como eu falei anteriormente os espíritos que se manifestam não são de luz. A Ouija pode gerar , depois, vários transtornos psicológicos.

Críticas


Além das tradicionais críticas dos céticos, o tabuleiro Ouija também é criticado entre os espiritualistas. O famoso Edgar Cayce declarou-os perigosos10 . Críticos avisam que maus espíritos poderiam enganar os participantes e possuí-los espiritualmente.
No meio especializado, há diversos avisos contra o uso do tabuleiro por pessoas desavisadas. Há também notícias de tabloides relatando casos de suposta possessão demoníaca em decorrência de sessões envolvendo espíritos malignos11 .
A Igreja Católica é crítica com o tabuleiro e a brincadeira do copo, assim como as experiências de seus fiéis na busca pelo contato com os mortos, em geral. A recomendação dos padres é que os fiéis se mantenham distantes de participações nesse tipo de evento.
Da mesma forma, Igrejas Evangélicas costumam acusar essas práticas como "brincadeiras com demônios".
A Doutrina Espírita orienta n'O Livro dos Médiuns que estas práticas devem ser evitadas uma vez que, normalmente, são utilizadas para curiosidades em geral e perguntas vãs apenas, longe da seriedade exigida no intercâmbio com a espiritualidade benfeitora, e, dessa forma, é mais provável a presença de espíritos levianos e zombeteiros, sem nenhum interesse com a verdade e com a dignidade, do que espíritos bons e esclarecidos comprometidos com a divulgação das propostas morais e éticas da Vida.

Tabuleiro Ouija: método de falar com os mortos ou farsa centenária?!




17/10/2013 - Com certeza você já deve ter visto um Tabuleiro Ouija, mas nunca soube que este fosse o nome dele. Há, ainda, outras variações dele, como no Brasil a conhecida “brincadeira do copo”. Tão difundida, mas tão pouco explicada, tal brincadeira mistura fatos, farsas, crenças, folclores e muito misticismo – o que assusta e/ou atrai tantos participantes. No post de hoje você conhecerá um pouco desta brincadeira que atrai milhões de adolescentes e jovens de todo o mundo.
O Tabuleiro Ouija foi criado para ser usado como método de necromancia – arte de fazer comunicação com pessoas já mortas –, e pode ser qualquer superfície plana com letras, números e outros símbolos específicos (geralmente os desenhos de um Sol e uma Lua, palavras como “sim” e “não”, números) em que se coloca um indicador móvel, geralmente um copo virado para baixo, utilizado supostamente para fazer a comunicação material com os espíritos. Os participantes colocam os seus dedos sobre o indicador que, então, se move pelo tabuleiro para responder perguntas e enviar mensagens.
Na realidade, para quem não sabe, há um jogo de tabuleiro registrado com esse nome no Departamento de Comércio dos Estados Unidos e foi um brinquedo de grande febre nos anos 80 e 90, mas a designação passou a servir a qualquer tabuleiro que se utiliza da mesma ideia. No Brasil, tal brincadeira nunca foi comercialmente popular e nunca foi conhecida com este nome, mas sim como “Jogo do copo” ou “Brincadeira do copo”.
Dependendo de cada país, o início de metodologia de conversa com os espíritos pode mudar. Nos Estados Unidos, por exemplo, é importante ler o Salmo 23 e rezar um Pai-Nosso. Por lá, os índios sioux afirmam que esta é uma brincadeira extremamente perigosa porque traz ao mundo dos vivos uma série de demônios que a pessoa não tem poder de colocá-los de novo no inferno. No Brasil, o folclore urbano afirma que é importante rezar duas Aves-Maria.
A origem do Tabuleiro Ouija

O princípio em que se baseia o Tabuleiro ficou conhecido a partir de 1847, ano em que as irmãs norte-americanas Kate e Margaret Fox supostamente contactaram um vendedor que havia morrido anos antes e espalharam uma febre sobrenatural e espiritualista pelos Estados Unidos. Para quem segue o Espiritismo, este fato é real e um marco muito importante na história desta religião. De acordo com a história, elas teriam usado uma Tábua Ouija para fazer essa comunicação. Há também indícios de que o princípio teria sido aperfeiçoado por um espiritualista por volta de 1853, chamado M. Planchette, que teria inventado o indicador de madeira que é utilizado até hoje. Entretanto, outros espiritualistas afirmam que estas pessoas apenas aperfeiçoaram um conhecimento e um método muito mais antigo, que já seria utilizado durante a Idade Média; no entanto, não há nenhuma prova histórica que afirme essa declaração.
Com o tempo, ao contrário do que afirmam alguns espiritualistas, as irmãs Fox foram desmascaradas e descobriu-se que a metodologia de “conversa com os mortos” era uma fraude que elas faziam uso para ganhar a vida e pagar as contas. Tal situação controversa é debatida até os dias de hoje.
Outras histórias
Acreditando ou não nos poderes do Ouija Board (Tabuleiro Ouija), a sua popularidade é inegável. Não muito tempo depois de sua patente em 1891, a empresa expandiu-se para fábricas de Nova York, produzindo mais e mais tabuleiros para ambos crédulos e céticos. Logo após a Guerra Civil, muitas famílias dos Estados Unidos sofreram perdas devastadoras, e a possibilidade de contatar os entes queridos novamente era muito atraente, acreditando ou não no tabuleiro. A história aceita universalmente sobre a origem do nome do tabuleiro é que o mesmo trata-se de uma cominação de duas palavras, ambas significando ‘sim’: ‘oui’ em francês e ‘ja’ em alemão.
Conheça a história do Ouija Board
Há outra história, entretanto, que foi descoberta recentemente. Ela começa em 1890 na cidade de Ohio, quando espiritualistas (não entenda espiritistas) entediados com o tempo que levava para comunicar-se com espíritos, inventaram uma placa improvisada com letras e números que permitissem os espíritos à explicitar suas comunicações. E não demorou muito para que cinco homens de Baltimore, liderados por Charles Kennard, se reunissem para patentear seu próprio dispositivo e vendê-lo. Entretanto, precisavam de um nome para a placa. Então, eles decidiram perguntar à placa como ela gostaria de ser chamada, em uma sessão liderada pela cunhada de um dos investidores, um advogado chamado Elijah Bond. A cunhada, Helen Peters, conseguiu a palavra ‘ouija’ no tabuleiro. E quando perguntou sobre o significado de tal palavra, o tabuleiro apontou: ‘boa sorte’.
Antes de ser patenteado, o tabuleiro precisava ser comprovado. Não existem registros que apontem como isto aconteceu, mas popularmente diz-se que os tabuleiros foram comprovados em frente ao ‘United States Patent Office’. O tempo passou e a empresa cresceu junto com a popularidade do tabuleiro. Entretanto, vários dos investidores originais desistiram e venderam suas ações. Em certa ocasião, a empresa caiu nas mãos de William Fuld, que havia investido desde o início e teve a oportunidade de comprar as ações dos outros investidores, subindo de empregado à proprietário.
Embora o objetivo original da empresa não fosse tão enraizado na religião e sim no capitalismo, relatos afirmam que William Fuld começou a consultar o tabuleiro. E diz-se que no final de 1920, o tabuleiro disse para Fuld construir uma nova fábrica, o que ele fez. Anos mais tarde, enquanto trabalhava, Fuld caiu do telhado da fábrica e não resistiu aos ferimentos. Seus filhos assumiram o negócio, e venderam a empresa 39 anos mais tarde à Parker Brothers, em meio a problemas crônicos de saúde.

Explicação científica para o fenômeno...

Cientistas céticos em geral atribuem o funcionamento do Tabuleiro Ouija ao efeito ideomotor. Segundo eles, as pessoas participantes da sessão involuntariamente exercem uma força imperceptível sobre o indicador utilizado, e a conjunção da força exercida por várias pessoas faz o objeto se mover. O físico inglês Michael Faraday realizou experimentos que provaram, segundo ele, que movimentos inexplicáveis atribuídos a fontes ocultas eram, na verdade, realizados pelos participantes dos experimentos. Assim foi a forma como agiam as irmãs Fox durante as sessões. O mágico ilusionista e cético norte-americano James Randi cita em seu livro “An encyclopedia of claims, frauds, and hoaxes of the occult and supernatural” que, quando vendados, os participantes do Tabuleiro Ouija não conseguem produzir mensagens inteligíveis.

Explicação dos espiritualistas...

Alguns espiritualistas que acreditam que é possível fazer contato real com o mundo dos mortos argumentam que vendar os olhos dos participantes da mesa prejudica suas supostas capacidades mediúnicas. A ideia que fundamenta o argumento é que o espírito utilizaria todos os sentidos do participante durante as sessões. A maioria dos adeptos dessa teoria acredita que o tabuleiro não tem poder em si mesmo, servindo apenas como ferramenta para o médium se comunicar com o mundo dos espíritos.
Mais críticas e mais debates...
Além das tradicionais críticas dos céticos, o Tabuleiro Ouija também é criticado entre algumas correntes do Espiritismo. Tais críticos usam outro viés: maus espíritos poderiam enganar os participantes fingindo-se de bons e possuí-los espiritualmente. No meio dito especializado há diversos avisos contra o uso do tabuleiro como metodologia de brincadeira.
Tudo isso causa enorme sensacionalismo. Há notícias de tabloides relatando casos de suposta possessão demoníaca em decorrência de sessões envolvendo espíritos malignos. Há, ainda, alguns programas de TV que trataram de forma dramatizada tais casos, com as testemunhas dizendo o que havia ocorrido – um dos programas é o “Paranormal Witness” do canal SyFy.
A igreja Católica é crítica com relação ao tabuleiro e à brincadeira do copo, assim como as experiências de seus fiéis na busca pelo contato com os mortos em geral. A recomendação dos padres é que os fiéis se mantenham distantes de participações nesse tipo de evento. Da mesma forma, igrejas protestantes costumam acusar essas práticas como “brincadeiras com demônios”. A doutrina espírita orienta no “Livro dos médiuns” que estas práticas devem ser evitadas uma vez que, normalmente, são utilizadas para curiosidades em geral e perguntas vãs apenas, longe da “seriedade exigida” no intercâmbio com a espiritualidade benfeitora, e, dessa forma, é mais provável a presença de espíritos levianos e zombeteiros, sem nenhum interesse com a verdade e com a dignidade, do que espíritos bons e esclarecidos comprometidos com a divulgação das propostas morais e éticas da vida.
Para terminar o assunto...
De acordo com os especialistas no espiritismo, o Tabuleiro Ouija não necessita propriamente de ter um formato retangular, muitos tabuleiros são em formato circular. Ainda afirmam que em vez do ponteiro, pode utilizar uma moeda ou um copo de vidro, sendo este último não aconselhável devido ao fato de o espírito poder vingar-se utilizando o copo, precisamente por este ser de vidro.
De maneira geral acreditamos que os céticos tenham razão ao afirmarem o princípio da ação psicomotora, uma vez que os testes feitos com pessoas com olhos vedados ocorreram em diversos institutos de todo o planeta. Portanto, sem enxergar, as pessoas não tinham um “norte” para se coordenarem. Partimos da premissa que o Tabuleiro Ouija, ou Brincadeira do Copo, seja uma farsa bastante antiga e que habitou a mente de muitos adolescentes nas escolas.

Fonte: http://pt.wikipedia.org
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